sexta-feira, 26 de junho de 2009

23º Prêmio Museu da Casa Brasileira



Lançado o 23º Prêmio Museu da Casa Brasileira. O prêmio tem por objetivo reconhecer a excelência no design brasileiro e, desta forma, incentivar seu fortalecimento e disseminação.

Categorias: - Mobiliário; - Protótipo em mobiliário; - Utensílios; - Protótipos em utensílios; - iluminação; - Protótipos em iluminação; - Têxteis; - Protótipos em texteis; - Equipamentos eletroeletrônicos; - Protótipos em equipamentos eletroeletrônicos; - Equipamentos de construção; - Protótipos em equipamentos de construção; - Equipamentos de transporte; - Protótipos em equipamentos de transporte; - Trabalhos escritos publicados; - Trabalhos escritos não publicados.

Participação: Individual ou em grupo.

Inscrições: até 17 de Agosto de 2009.

Mais informações em:
http://www.mcb.org.br/



Talento Volkswagen Design 2009

O Talento VW Design 2009 abre caminho para a reflexão sobre o futuro próximo, visando estimular propostas de veículos que tenham como principal finalidade otimizar as relações de tráfego e trânsito, permitindo essencialmente o prazer de dirigir e a privacidade do indivíduo, e incluindo a minimização dos impactos ecológicos e sociais tanto na produção quanto na circulação dos mesmos.

Tema: "VW urbano" - O VW urbano em 2029: - Prazer de dirigir e privacidade; - A Era Verde.

Categorias: - Shape Design; - Design de Acabamentos: Color & Trim.

Inscrições e envios de trabalhos: de 04 de maio a 31 de julho.

Participação: Apenas estudantes universitários que estiverem no último ano de Desenho Industrial com habilitações em Projeto de Produto / Programação visual; Design de interiores e acabamentos; Moda e Arquitetura, durante o período de 2010.

Para mais informações:
http://www.vwbr.com.br/design/

Inovação e design - MOB



Inovação e design como motor anti-crise, sustentabilidade, inclusão, cidadania, qualidade de vida e negócios. As novas idéias, estratégias, tendências, em quatro grandes temas:

Mais de 15 convidados estrangeiros, incluindo personalidades mundiais do design, membros da imprensa e formadores de opinião. Além de personalidades do empresariado, governo, indústria, design e imprensa nacional.

Executivos como Bruce Claxton, VP de Design Integration da Motorola no mundo
Educadores como Eric Anderson, professor da Carnegie Mellon e presidente da IDSA. Estrategistas de marca e design como Aura Oslapas, consultora de empresas da Fortune500. E o lendário Tucker Viemeister, chamado de guru pela BusinessWeek e designer do Oscar 2009.

MOB Design é a Mobilização da Objeto Brasil em prol do design e da inovação em todo o setor produtivo.




2º Prêmio Minas Design


A segunda edição do Prêmio Minas Design, que tem como tema "Design Aplicado ao Aço Inox Colorido", abre, a partir de hoje (08), as inscrições, para áreas de design gráfico e de produto, que tem como intuito premiar projetos cuja qualidade colabore para o desenvolvimento da economia de Minas Gerais e do design mineiro. A coordenação do Prêmio é da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) por meio do Centro Minas Design (CMD).

O Prêmio colocou como proposta, para este ano, a elaboração de projetos utilizando o inox colorido, visando incentivar a utilização deste material. O aço inox colorido tem uma gama diversificada de cores, aspecto que oferece inúmeras possibilidades de diferenciação e agregação de valor aos produtos.

Os projetos enviados, segundo o regulamento, vão ser analisados nos seguintes itens: predomínio do aço inox colorido, aspectos materiais, funcionais, formais, estético-formais, técnicos, tecnológicos, ambientais e processos produtivos. Nas duas modalidades, profissional e estudante, poderão concorrer projetos de qualquer setor da economia mineira que apresentem inovação no uso e aplicação deste material.

Para participar o candidato deve baixar no site do CMD a ficha de inscrição e enviá-la junto com o projeto de acordo com o estipulado no edital. As inscrições vão até o dia 18 de setembro e a premiação será no dia 6 de novembro. O 2º Prêmio Minas Design tem como patrocinadores o SEBRAE-MG, a Inoxcolor e a Madeirense.

* Edital de chamada - Prêmio Minas Design 2009
* Ficha de Inscrição - Prêmio Minas Design 2009

3º Concurso de Design Automotivo Plascar


O 3º Concurso de Design Automotivo Plascar oferece uma premiação atraente. O primeiro colocado pode ganhar R$ 5.000,00 (se estudantes de faculdades ou universidades públicas) ou uma bolsa de estudos integral por seis meses (se estudante de escolas privadas), além de seis meses de estágio remunerado na área de Engenharia de Desenvolvimento da Plascar, em Jundiaí (SP).

Para participar, os estudantes devem inscrever-se em uma das duas modalidades: design interior e design exterior de veículos. Quem ficas em segundo lugar ganha R$ 2.500,00 e o terceiro, R$ 1.500,00 0 seja estudantes de escola pública ou privada.

O concurso conta com a participação da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil) e tem o apoio da Revista Auto Esporte, da Editora Globo.

Inscrições até 01 de setembro de 2009.

Mais informações: www.plascar.com.br e http://twitter.com/Plascar.

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

ACV Análise do Ciclo de Vida - Parte I


A crise do petróleo no início da década de 70 despertou os países desenvolvidos para a necessidade da melhor utilização de seus recursos naturais e racionalização do consumo de fontes energéticas esgotáveis.

Apesar deste ser o momento histórico referencial para os primórdios dos sistemas de gestão ambiental , em 1969 a Coca-Cola encomendou um estudo ao MRI (Midwest Reasearch Institute) para estimar os efeitos ambientais do uso de dois diferentes tipos de embalagens para refrigerantes. Este trabalho vem a ser aprimorado em 1974 pelo MRI, por encomenda da EPA (Environmental Protection Agency), e se torna o primeiro modelo do que conhecemos hoje como Análise de Ciclo de Vida (ACV) (CHEHEBE, 1998). Os primeiros estudos baseados nesta metodologia visavam prioritariamente estimar o consumo energético dos processos e produtos em questão.

Posteriormente na Europa foi desenvolvido um procedimento similar chamado Ecobalance, que a partir de 1985 torna-se uma referência obrigatória para as empresas da área alimentar, para o monitoramento do consumo de matérias primas e energia, além da geração de resíduos na fabricação de seus produtos.

Em 1991 o Ministério de Meio Ambiente da Suíça contratou um abrangente estudo sobre materiais para embalagens que gerou um banco de dados referencial para outros estudos, inclusive a versão do primeiro software para ACV, o Ökobase I.


Definição de ACV

A avaliação do ciclo de vida é um método de avaliação de produtos e serviços, que considera os aspectos ambientais em todas as suas diferentes fases, desde a extração de matérias-primas, passando pela produção, transporte, embalagem, consumo, até a disposição final dos resíduos.

A expressão "ciclo de vida" refere-se a todas as etapas e processos de um sistema de produção e consumo, considerando a aquisição de energia, matérias-primas e produtos auxiliares; aspectos dos sistemas de transporte e logística; características de utilização, manuseio, embalagem, marketing e consumo; sobras e resíduos e sua respectiva reciclagem ou destino final. Por isso, o método é também conhecido como avaliação do "berço ao túmulo".

A análise do ciclo de vida é um processo que objetiva avaliar os encargos ambientais associados a um produto, processo ou atividade, pela identificação e quantificação da energia e materiais utilizados e resíduos produzidos, visando avaliar o impacto dessa “utilização – liberação” no ambiente, e implementar oportunidades de melhorias ambientais. Este processo considera todas as interações (consumos e geração de resíduos) ocorridas desde a extração da matéria prima até o tratamento e/ou disposição final do produto após sua utilização.

A ISO em sua norma 14040 define Análise de Ciclo de Vida como ”compilação e avaliação de entradas e saídas (de matérias primas e recursos energéticos) e impactos ambientais potenciais de um produto através de seu ciclo de vida”.


A realização da ACV pode ser justificada não apenas pelos impactos ambientais associados aos processos industriais ou pelo consumo de matérias-primas e recursos energéticos, mas pela importância da consideração destes parâmetros no desenvolvimento de novos modelos de gestão.

Continua...

Design, prototipagem rápida e seus meios - Parte I


Em determinada fase do processo de pesquisa e desenvolvimento de um novo produto, o designer e ou engenheiro depara-se com a necessidade de prever o comportamento real de seu projeto. Encontramos esta situação quando projetamos um eletro-eletrônico, um equipamento médico, uma nova suspensão de veículo, um quadro de bicicleta, uma estrutura metálica sujeita a cargas dinâmicas, e em muitos outros casos. Uma solução tradicional seria a construção de protótipos ou modelos reduzidos para ensaios em laboratórios, onde instrumentos de medição cuidadosamente distribuídos coletariam dados de tensões, deformações, velocidades, forças, etc. Entretanto, a metodologia de construção e ensaio de diversos protótipos costuma consumir mais tempo e recursos do que seria o desejável, não sendo, portanto a solução ideal.

A Prototipagem Rápida pode ser vista como dois estágios diferentes: virtual (modelagem e simulação) e processo físico (fabricação).

A Prototipagem virtual consiste na criação de um modelo computacional através de simulação, dinâmica e interativa antes do protótipo físico ser criado. Primeiramente, o modelo computacional e criado a partir das características de forma, tamanho e material, levando em conta as especificações de funcionalidade e desempenho da peça final. No próximo passo, a simulação e executada para verificar se o projeto atende as necessidades, restrições e desempenho da especificação.

No ambiente de prototipagem virtual, a simulação possibilita executar testes que são impraticáveis e caros em laboratórios. Projetistas podem manipular virtualmente peças e montagens em tempo real, observando os efeitos das forças, conexões e juntas, colisões, e contato. Uma importante ferramenta no campo da prototipagem virtual e a interface manual (haptic interface) que permite tocar e sentir o protótipo sintético sendo criado, através do uso de luvas e óculos especiais. A avaliação obtida dará a informação necessária pare fazer corretamente todas as modificações necessárias antes do protótipo físico ser construído.

Uma vez que o modelo é criado e a simulação do objeto é dada por satisfatória, a informação pode ser enviada para a criação do protótipo físico. Neste estágio, a fabricação da peça criada ocorre por uso convencional ou de modernas tecnologias de fabricação.

Sem o uso das tecnologias de prototipagem rápida, seria necessários construir um protótipo físico, uma grande quantidade de ferramentas manuais, pessoal especializado, e maquinário altamente apropriado. O protótipo é então testado para adequar-se às especificações do projeto. Correções e revisões do projeto são feitas e seqüencialmente o próximo protótipo é construído com as modificações. O tempo associado com os vários protótipos físico feitos pode levar a um aumento no tempo de desenvolvimento do produto e afetar a qualidade do produto final.

Como mencionado anteriormente, o segundo estágio na Prototipagem Rápida e a fabricação do modelo por um processo conhecido como Solid Freeform Fabrication. Nesta técnica as peças são produzidas por adição de material, ao invés de deformar ou remover material (forja, usinagem, eletroerosão e etc.).

Bourell define Solid Freeform Fabrication como “a produção de objetos sólidos de forma livre diretamente de um modelo computacional sem ferramental especifico ou intervenção humana”. Usualmente, os termos Solid Freeform Fabrication e Prototipagem Rápida (Rapid Prototyping) são indistintamente usados para referenciar a fabricação de modelos físicos adicionando camadas de material. Neste artigo o termo Prototipagem Rápida e utilizado para este propósito.

Em Prototipagem Rápida. Inicialmente, um modelo sólido matemático (modelo 3D gerado em CAD) de um objeto ou peça, é decomposto em camadas (layers). Cada camada e construída por uma deposição de material que sucessivamente, uma por uma, vão formando o objeto. Cada camada depositada pode ser acompanhada por algum subprocesso necessário (remoção de material, alivio de tensão, etc.).

Por ser uma fabricação baseada em camadas, os sistemas de Prototipagem Rápida são capazes de produzir peças de geometria complexa e formas que são impraticáveis ou impossíveis, ou mesmo caras para construir com sistemas tradicionais. Exemplos incluem blocos com cavidades internas ou peças contendo outras peças embutidas. A Prototipagem rápida também tende a permitir a fabricação de peças com estruturas montadas (componentes eletrônicos ou térmicos) que seria impraticável usando sistemas convencionais de fabricação.

A Prototipagem rápida representa um importante papel em ferramental rápido, fabricando ferramentas para serem usadas em processos convencionais de fabricação de grandes volumes ou mesmo baixos lotes de produção para os emergentes "mercados de massa", como por exemplo, ferramentas para moldes de injeção ou moldes para fundição. A Prototipagem Rápida é também utilizada para fabricar protótipos para visualização ou comunicação de idéias em grupos de desenvolvimento, tocar e sentir, visualização de estruturas complexas, exibição de marketing, e protótipos funcionais.

Continua...


Blog Olhar Gráfico | Todos os Designs


O Olhar Gráfico é um olhar plural para todos os designs. Nele estão Eduardo Braga, Tribo In, de Belo Horizonte, Marilia Vianna, Portfolio Design, de Porto Alegre, Enéas Guerra e Valéria Pergentino, Solisluna, de Salvador, Mércia Assis e Claudio Ferlauto (QU4TRO), de São Paulo. E, espero, a presença de Claudio Rocha,Tupigrafia, de Genova, Itália. E tem a colaboração inestimável de Helena Sordili, Carranca Design, e de Sauê Burger Ferlauto, ambos de São Paulo.

Também é espaço para o debate, para a divergência e para trocas. Só não é espaço para coisas como logomarcas, cake design, hair design.


SENAI São Paulo Design


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terça-feira, 23 de junho de 2009

ICAM 2009 - International Conference on Advanced Materials


The International Conference on Advanced Materials (ICAM) is one of the prestigious conferences of the International Union of Materials Research Societies (IUMRS) and is held in alternate years. The earlier conferences in this series were held in Beijing, China (1999), Cancun, Mexico (2001), Yokohama, Japan (2003), Singapore (2005) and Bangalore (2007). The ICAM 2009 is organized together with the VIII Brazilian MRS Meeting — VIII Encontro SBPMat. This event will be held in the beautiful city of Rio de Janeiro, Brazil, from 20 to 25 September 2009. Thirty technical symposia, four plenary lectures, an Energy Forum and an exhibition are envisaged. Each symposium will have invited talks, contributed oral and poster presentations.

A range of topics at the frontiers of material research of contemporary importance for science, technology and engineering will be highlighted. A galaxy of distinguished scientists will be present, delivering plenary and invited talks, among more than 2000 delegates.

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XVI SIMPEP - Simpósio de Engenharia de Produção


O Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP) acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2009 na cidade de Bauru – SP. O SIMPEP tem se consagrado como um dos maiores eventos na área de engenharia de produção. O tema desta décima sexta edição será “Ensino de Engenharia de Produção: Desafios, tendências e perspectivas” e prevê diversas atividades, como palestras, casos empresariais, mini cursos, fóruns de pesquisa e apresentações de trabalho, proporcionando integração entre profissionais das áreas envolvidas, pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, docentes nacionais e internacionais e empresas.

O prazo para a submissão dos artigos será de 18 de maio de 2009 a 08 de agosto de 2009. A data pra divulgação dos resultados será 5 de outubro. Os artigos serão inscritos no site do evento www.simpep.feb.unesp.br.

O Maximo de artigos que podem ser submetidos por autor são 7, o numero máximo de artigos que podem ser aprovados são 4. O artigo deverá ser enviado no formato PDF, ter, no Maximo, 12 paginas, tamanho Maximo de 800kb e respeitar as regras de formatação disponíveis no site do evento e no modelo do artigo, sob pena de ser desconsiderado (não avaliado).

Os trabalhos serão submetidos exclusivamente pela internet, impreterivelmente até a meia noite (horário oficial de Brasília) do dia 8 de agosto de 2009.

Serão aceitos para avaliação artigos que se enquadrem em uma das Áreas e subáreas do Simpósio de Engenharia de Produção. As áreas englobadas pelo evento são:


1. GESTÃO DA PRODUÇÃO
2. GESTÃO DA QUALIDADE
3. GESTÃO ECONÔMICA
4. ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO
5. GESTÃO DO PRODUTO (Campo para o Design Industrial)
6. PESQUISA OPERACIONAL
7. GESTÃO ESTRATÉGICA E ORGANIZACIONAL
8. GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL
9. GESTÃO AMBIENTAL
10. EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Os artigos enviados ao XVI SIMPEP devem ser inéditos. Os autores são responsáveis pela veracidade das informações apresentadas e pela ética na pesquisa.

ICERI 2009 - International Conference of Education, Research and Innovation



On behalf of the Organising Committee we are glad to invite you to take part in the Annual Edition of International Conference of Education, Research and Innovation (ICERI 2009) that will be held in Madrid (Spain) on the 16th, 17th and 18th of November, 2009.


The general aim of the conference is to promote international collaboration in Education and Research in all educational fields and disciplines. The attendance of more than 500 delegates from 65 different countries is expected.

ICERI 2009 will be an International Forum for those who wish to present their projects and innovations, having also the opportunity to discuss the main aspects and the latest results in the field of Education and Research.

We invite you to submit your abstracts and to attend in order to share your achievements in the fields of education and collaboration. The deadline for submitting abstracts is July 15th, 2009.

Two ISBN publications will be produced with all the abstracts and papers submitted that will serve as a database of innovation projects in Education and Research.
In addition to the technical aspects of the programme, our website provides you with tourist information on the beautiful city of Madrid, with an enormous cultural richness and lovely places of interest.

We look forward to seeing you in Madrid!


The scope of ICERI 2009 includes the following topics:

Global Issues in Education and Research
Education: New Trends and Experiences
Research: New Trends and Experiences
New Challenges in the Higher Education Area: Internationalisation and Globalisation
E-learning and Virtual Innovations
Technologies and Methodologies applied to Education and Research
Technology, Software and Games in Education and Research
Quality Assurance and Accreditation
Curriculum Design
Experiences in University-Industry Cooperation
Other topics

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Design Excellence Brazil - iF Product Design Award 2010

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domingo, 21 de junho de 2009

Madeira x Polímero x Vidro?


Trago um comentário realizado em outro blog pelo prof. Alexandre Reis. Que responde o porque de cada material, sua utilização e cuidados.

A dúvida existente em torno do que é mais higiênico tábuas de corte em vidro, madeira ou polímero? Incrivelmente as tábuas de madeira são realmente as mais indicadas se a intenção for conter a proliferação das colônias de bactérias.

"Por característica as madeiras e os polímeros em especial o polietileno de alta densidade – PEHD e o Polipropileno – PP, encontrado na maioria das tabuas de corte, são matérias de baixa resistência à abrasão e ao corte, ou seja, com o trabalho de esponjas e facas resultam em superfícies repletas de sulcos que permitem o acúmulo de água e material orgânico, necessários para a proliferação de colônias de bactérias.

Contudo, madeira e plástico possuem uma diferença, o plástico é praticamente impermeável, ou seja, quase não absorve a umidade e o que leigamente possa parecer bom, na verdade é péssimo neste caso. Uma tábua de plástico que usamos, possui fissuras do próprio uso, algumas visualmente evidentes e outras nem tanto, até mesmo microscópicas, mas que para as bactérias são como se fossem o Grand Canyon para nós. Nossos panos de prato não são suficientes para secá-las e o tempo necessário para a secagem natural é mais do que o suficiente para uma explosão populacional bacteriana.

Por outro lado, a madeira é um material naturalmente poroso e portanto higroscópico, absorvendo e perdendo umidade constantemente. Com isso a madeira permite que por capilaridade absorva a água, que conduz as bactérias e quando essa água se vai, as bactérias ficam em seu interior, numa chamada viagem sem volta, o bom disso é que as bactérias não sobrevivem neste ambiente de pouca umidade e baixa oxigenação, assim, as bactérias ficam "sepultadas" no interior da madeira.

Geralmente, as tábuas de madeira são destratadas por, quando do uso inadequado, apresentarem manchas negras ou esverdeadas, mas isso se dá com madeiras excessivamente moles como o pinus e quando em ambientes muito úmidos, impedindo que sequem adequadamente. Mas estas manchas não são bactérias, são musgos e fungos. Claro que se ficarem constantemente úmidas serão um prato cheio para bactérias.

Você pode usar tábua de plástico se quiser, mas também deverá ter alguns cuidados, como lavá-la bem e submergí-la em uma solução de cloro (água sanitária) por algum tempo, depois deixá-la secar, mas acho que você não vai gostar do sabor dos alimentos preparados sobre ela depois.

Outro erro é acreditar que tábuas de material vitro-cerâmico são mais higiênicas. E que engano, pois ao contrário de madeira e plástico, os materiais vítreos ou vitrificados possuem superfície lisa e impermeável, ótimo para a limpeza, mas basta uma simples gotinha d`água, um respingo, para contaminá-la e pior, por ser lisa, não porosa, assim possuindo uma área superficial menor, permitirá uma rápida proliferação bacteriana, o que era uma única gotícula se transforma numa única e gigante colônia de bactérias, atingindo toda a superfície da tábua, aparentemente limpa e asseada, mas brutalmente contaminada. Além disso, não há faca que suporte uma superfície dura como essa.

Por fim, se estivéssemos falando de salas cirúrgicas, a história seria outra, pois superfícies lisas e impermeáveis são boas para a higienização, mas por meio de produtos esterilizantes, produtos que de modo geral não vão bem nas cozinhas, ao menos que você opte por substituir os sabores e aromas de ervas, verduras, legumes, cereais e carnes por aqueles agradáveis aromas e sabores de hospitais e laboratórios.

De qualquer forma, a questão não é a bactéria em si, se fosse não sobreviveríamos a nada, a questão é conter a proliferação de colônias e principalmente, evitar ambiente propícios a determinadas bactérias que não são assim tão comuns. Por isso, o mais importante é evitar utilizar uma mesma tábua para preparo de alimentos que serão cozidos e de alimentos que serão consumidos crus, só isso é o suficiente para reduzir enormemente o perigo de contaminação.Consideremos ainda o uso consagrado da madeira como superfície para preparo de alimentos na história da civilização humana, se fosse ruim e inadequada, certamente teria sido há muito tempo substituída por pedras ou outros materiais.

Outra questão para refletirmos: quem realmente teria condições econômicas favoráveis para financiar testes laboratoriais, de metodologia duvidosa, para iniciar campanhas mercadológicas, senão as grandes indústrias do plástico ao contrário dos pequenos e quase sempre artesãos produtores de tábuas de corte em madeira?"

A escolha deste utensílio doméstico fica a cargo de cada um, o importante é manter higienizado o local de preparo e consumo de alimentos, além de sempre substituir as tabuas de corte conforme a necessidade de cada material.

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O Blog MaterioDesign ganha um novo colaborador


O blog MaterioDesign ganha a colaboração do Designer Industrial Artur Caron Mottin, sócio da Mós Design, empresa estabelecida na Incubadora de Design da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG.

Artur Mottin é um Jovem designer que se destaca pela sua competência e perspicácia. Nascido no Rio Grande do Sul e vivendo em Florianópolis–SC, partiu para Belo Horizonte para estudar design industrial na Escola de Design da UEMG, uma das melhores escolas de design do Brasil. Deixou sua família e a paixão pelo surf nas belas praias catarinenses para se dedicar aos seus estudos e fazer carreira no seu escritório, no qual é sócio de Pedro Nascimento (nascido em Sete Lagoas-MG), colega de classe e que igualmente viajado, deixa Porto Velho-RO, onde morava, para se dedicar aos estudos em Minas Gerais. Juntos fundaram a Mós Design.

Artur Caron Mottin é Bacharel em Design de Produtos pela Escola de Design da UEMG, e vem se dedicando junto a Mós Design, a desenvolver estudos e projetos nas áreas ligadas a indústria de alimentos através do desenvolvimento de produtos para o preparo e consumo de alimentos, embalagens, pontos de venda, houseware e estudo de materiais e processos que agreguem valor a esses segmentos de mercado.

Vem contribuir trazendo novidades e estudos de casos de produtos e processos para os mais variados segmentos de mercado, buscando trazer informações e mostrar como o design e a ciência dos materiais estão altamente ligados ao design industrial.

WebSite : www.mosdesign.com.br
Mós Design Blog: www.mosdesign.com.br/blog

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sábado, 20 de junho de 2009

16ª Paralela Gift cita o Blog MaterioDesign


A 16ª Paralela Gift cita o Blog MaterioDesign como um dos canais de divulgação do evento na Web em seu Clipping – Galeria de fotos e notícias. O Blog MaterioDesign agradece a citação e se coloca à disposição para a divulgação e o repasse de informações pertinentes a cultura do design. Obrigado Paralela Gift.

“A Paralela Gift é uma feira de negócio destinado a lojistas e profissionais da área. Nesta feira semestral de produtos contemporâneos, designers lançam suas últimas coleções, sempre com o cuidado na originalidade de suas criações.

O projeto Paralela Gift foi idealizado em 2001 por Marisa Ota, formada em Comunicação Visual. Atualmente é proprietária de uma loja de design em São Paulo, e faz curadoria de eventos e exposições ligados ao vasto e rico universo do design.

Este olhar refinado e criterioso faz a seleção dos designers que compõe a Paralela Gift, proporcionando ao lojista o mais original e sofisticado dos produtos contemporâneos a serem apresentados ao mercado” – Paralela Gift (21/06/09).


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nanotecnologia, uma ciência Multidisciplinar


Do dia 9 ao dia 11 de junho de 2009, participei de um Fórum de pesquisadores na área de tecnologia e emprego de materiais em Torino, Itália; NanoForum 2009 Torino.

Felizmente pude constatar que o Brasil se encontra ativo e próspero nesse setor, chegando a estar muito bem equiparado ao nível de pesquisas Européias, visto que a globalização e o rápido acesso a informações estão sendo o grande canal para esse equilíbrio, bem como as constantes trocas de conhecimentos entre centro de pesquisas internacionais.

É evidente que a recente ciência da nanotecnologia tem como grande característica a atuação de pesquisadores que envolvem a fronteira da multidisciplinaridade, envolvendo áreas e profissionais da física, biofísica, medicina, engenharias (principalmente de materiais), química, biologia e design industrial. Hoje a nanotecnologia é, sem nenhuma sombra de dúvidas, um dos tópicos mais discutidos no meio tecnológico, envolvendo desde aplicações em materiais compósitos, passando pela micro-mecânica (MEMS) e chegando, diria definitivamente, à medicina. É um longo percurso, muitos anos de estudos, e em constante e infinita evolução.

Uma grande empresa, um centro de pesquisa, ou governo que pretende investir no setor de pesquisa em nanotecnologia, deve ter a consciência que seu estudo e aplicação ainda estão em evolução, ou seja, grandes investimentos por longos períodos, anos de pesquisa e aperfeiçoamento. Para atingir os patamares de confiabilidade, segurança e produção, afim de se estabelecer a chamada Pesquisa, desenvolvimento & Inovação, PD&I. Podemos dizer que é necessário um alto investimento e muita paciência. Necessitamos de resolver problemas em um universo pouco explorado, onde a escala e as condições são ainda bastante desconhecidas. A exemplo, a resolução de robôs eletro-micro-mecânicos aplicados à cirurgias minimamente invasivas, problemas de tensão superficial e precisão da produção de seus componentes. Para cada problema entendido e resolvido, surgem outras dezenas de problemas a entender e a resolver.

Tente imaginas como um sub-marino pequeno funciona, sua forma, seu sistema de propulsão, etc. Agora tente reduzir o mesmo sub-marino a escala macroscópica (ainda não podemos falar e escala nanoscópica para esse caso), 10mm por exemplo. Percebe que a o seu sistema de propulsão não vai funcionar! A tensão superficial da água muda toda a relação que conhecemos normalmente para esse fim. Percebe que sua forma pode não ser adequada a esse novo universo? A nanotecnologia envolve a criação e manipulação de partículas na escala do nanômetro (bilionésima parte do metro). É tipicamente o tamanho de uma molécula pequena. Para que se tenha uma idéia, os átomos têm dimensões de aproximadamente 0,1 a 0,4 nm. Um vírus tem de 10 a 100 nm. A natureza em sua grande infinidade já desenvolveu milhares de estruturas, em sua fauna e flora para se adaptar a este universo, e é nela que a bionanotecnologia tem se inspirado para desenvolver novos conceitos.



Podemos dizer que a nanotecnologia possibilita reinventarmos o que já conhecemos. Podemos reaplicar esses conhecimentos naquilo que poderemos desenvolver ou produzir em termos de aprimoramento tecnológico. O envolvimento multidisciplinar e a manufatura de produtos na escala nanométrica, onde os materiais exibem propriedades extraordinárias com aplicações inovadoras, propõe um universo de aquisições ilimitadas. Pesquisadores e centros de pesquisa estão desenvolvendo aplicações em parcerias com empresas que começam a produzir e a comercializar novos fármacos, dispositivos semicondutores, polímeros, compósitos e ligas, novas soluções para problemas energéticos, novas soluções para a agricultura, etc.

Essa grande onda de pesquisa e transformação vem fazendo com que empresas, legisladores, acadêmicos e financistas estejam permanentemente discutindo os aspectos legais, éticos, comerciais, de propriedade intelectual, metrológicos e políticos. Muitas coisas estão a ser resolvidas na aplicação de nanoestruturas e seus impactos, principalmente a saúde humana. A nanotecnologia ainda é um universo a ser continuamente estudado.


domingo, 24 de maio de 2009

Mercedes-Tesla, acordo "elétrico"


O futuro com um automóvel elétrico e a mobilidade limpa já estão próximos. A Europa , Estados Unidos e Ásia já dão sinais de competitividade nesse segmento, sempre muito interessante no campo da tecnologia e design. Já são vários protagonistas da chamada “emissão zero” e é o assunto em pauta de projetos da maioria das montadoras mundiais, a exemplo, Renaul-Nissan que tenta sair à frente com a sua antecipação no mercado no próximo ano. Atualmente vemos um acordo muito interessante entre uma grande montadora e uma pequena empresa: Daimler AG (Mercedes) revelou uma cota societária, cerca de 10% da Tesla Motors Inc., sociedade californiana criada por Elon Musk (PayPal) e pelos fundadores do Google, Sergey Brin e Lawrence Page. Trata-se da criação de um roadster esportivo, modelo S. São os únicos construtores e distribuidores na America do Norte e na Europa de um veículo positivamente desenvolvido para longo percurso.



Temos uma boa história a ser escrita nos próximos meses... A união de uma Grande montadora, com uma história de glórias e impecáveis projetos e tecnologia de motores e um jovem empresa de três empresários do ramo da web. Isso não lembra outros casamentos bem sucedidos? O fato e que é, no mínimo curioso a participação de cabeças de jovens empreendedores em um mercado tradicional e muito restrito. O que a PayPal e Google podem ter em comum com a Mercedes? Façam suas próprias criticas!

Design & Tendências

Como um ramo ou galho de árvore, é assim a Vegetal Chair, ou a “cadeira vegetal” desenhada pelos Irmãos Bouroullec e desenvolvida pelos laboratórios da Vitra.


Design orgânico e resultado poético... Uma campanha que tem ao centro a dedicação à cultura da inovação, segundo o Jornal New York Times. A cadeira desenhada pelos Irmãos franceses Ronan e Erwin Bouroullec foi apresentada no Salone Del Móbile di Milano 2009 pela sua produtora a Vitra, que em seu conceito de “design inovativo” é justificado pelo uso de novas tecnologias podem ser desenvolvidas e aplicadas em novos produtos para que sejam melhores que os produtos já existentes.



Um discurso muito feliz apesar do resultado,pouco impactante. Na realidade passamos a faze dos chamados produtos “naturebas”, produtos verdes, eco-design. Agora falamos em produtos melhores, com tecnologia limpa e materiais tecnologicamente desenvolvidos para esse fim. Pensar racionalmente e criativamente ainda é muito difícil, pois na realidade, o designer tem que conhecer os materiais e seu potencial para verdadeiramente propor a inovação, digamos, formal e tecnológica. Mas na condição de mediador multidisciplinar, o design inteligente pode e faz excelentes projetos com igual valor em produtos. Em fim, saímos da era dos produtos ecologicamente corretos e estamos entrando na era dos produtos inteligentes e do design real; conhecimento e criatividade para o bem estar humano e social, afinal, não é esse o nosso princípio!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Bike de Viajandão - "Eco-design"!?


Dono de uma microempresa do ramo de artigos de proteção contra o fogo, Milton já trabalhou como mecânico de motores de aviões no AeroClube de Rio Claro, por volta de 1990. Parte de sua inspiração para inventar a bicicleta de bambu se deve a esta experiência, já que o design do quadro de sua bicicleta é baseado numa seção de asa de avião. Para que sua criação atingisse a resistência necessária foram-se meses de tentativas e erros. O fundamental para o êxito é a escolha certa do bambu a ser usado. Por ser um material muito susctível a intempéries, o ideal é empregar o bambu envelhecido. O acabamento das junções do quadro é feito com resina plástica laminada. Milton porém é cauteloso e não revela muita coisa de sua invenção. A bicicleta foi montada com base nas informações de um anônimo pesacdor já falecido: "Eu havia combinado com um senhor para que ele cortasse o bambu para mim e aconteceu dele falhar no compromisso. Assim que dobrei a esquina encontrie os bambus entulhados em um terreno" , comenta. Segundo o artesão o corte do bambu só pode ser feito na lua minguante e em mês que não tem "r" - maio, junho, julho e agosto.

Atualmente, Milton leva três meses para montar uma bicicleta de bambu, cujo quadro leve não chega a pesar dois quilos. Ele esclarece que não pretende industrializar e nem vender a idéia, mas aceita trabalho sob encomenda, por cerca de R$ 2 mil. Ele comenta que ainda pretende fabricar uma bicicleta com mais peças feitas de bambu, além do quadro. Como a patente da bicicleta é de domínio público, Milton diz que irá registrar o desenho do quadro de bambu. Milton começou a fazer a primeira bicicleta de bambu em 2001 que ficou pronta em 20 de outubro de 2002: "Há bastante tempo eu tinha essa idéia fixa na cabeça e resolvi colocar meu projeto em prática", revela, "Se Santos Dumont fez o 14 bis de bambu, porque não fazer o quadro de uma bicicleta?"


Milton fala sobre sua invenção: "Tudo começou como uma brincadeira, ia fazer para mim e meu filho achou que era para ele, já que eu havia lhe prometido uma bicicleta de aniversário. Mas tudo começou antes, em meados de 2000, quando desisti definitivamente de ser um corretor de imóveis, peguei o pouco que tinha e construí uma estufa para hidroponia toda de bambu, que ganhei do meu antigo empregador, Sr Rino Ferrari, que ao final de um ano deu muito trabalho e decepção. Depois de tudo abandonado no tempo levando chuva e sol, um dia fui me desfazer da bagunça para a construção de um jardim e um canil, notei então que algumas peças se recusaram a apodrecer e permaneceram íntegras, melhor, "estavam endurecidas pelo tempo", outros pedaços apodreceram rapidamente. Para encurtar, o diâmetro do bambú usado era igual ao do cubo do pé de vela de bicicleta, eu resolvi tentar, usando fibra de vidro na união das peças (Só eu uso o bambú para fazer as caixas de bola)."

Em 1986 Milton conseguiu um emprego como ajudante no Aeroclube de Rio Claro e o foi ajudante do mecânico Sr Rubens Biotto, com o qual aprendeu muito sobre estruturas e motores a explosão. Nos anos seguintes Milton tornou-se um vendedor e aproveitando oportunidades fez todos os cursos disponíveis em laminação e aplicações da fibra de vidro e resinas de poliéster disponíveis na época. Hoje Milton recupera resinas de poliéster e vende proteção contra fogo (para atender normas dos bombeiros), e fabrica as mais baratas bicicletas de bambú do mundo (e as mais fortes também).

O primeiro modelo Dsc03392 foi concluído no dia 20 de outubro de 2000. Milton confirma a robustez de suas bicicletas com base em testes realizados: "O motojeff é a bicicleta que apareceu no jornal de Rio Claro, que depois de ter andado 2500 KM, ganhou um motor e andou mais 700Km sem apresentar defeitos no quadro, tendo feito testes que ninguém tentou antes com uma bicicleta de bambú."

Fonte:
Jornal Cidade de Rio Claro, seção Intervalo página 17
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