segunda-feira, 14 de julho de 2008

Anvisa libera uso de embalagens PET recicladas em alimentos

Cerca de 184 mil toneladas de garrafas PET deixaram de ser recicladas, no Brasil, em 2007. Uma resolução aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta terça-feira (18), pode contribuir para a mudança deste quadro. As novas regras editadas pela Agência permitem que as empresas utilizem PET reciclado para embalar alimentos.

A principal exigência para o uso do Polietilenotereftalato (PET) reciclado em contato com alimentos será o registro do produto na Anvisa. Além disso, o rótulo da embalagem deverá conter o nome do produtor, o número de lote e a expressão “PET-PCR”.

Tecnologia - A norma da Anvisa fundamenta-se no surgimento de novas tecnologias capazes de limpar e descontaminar esse tipo de material, independentemente do sistema de coleta. São as chamadas tecnologias Super Clean e Bottle to Bottle. Até o momento, apenas quatro empresas apresentaram pedidos à Anvisa para utilizar esse tipo de tecnologia: duas no Rio de Janeiro, uma em São Paulo e uma na Bahia.

O gerente de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Anvisa, Lucas Dantas, ressalta que as novas tecnologias são aplicadas em diferentes fases da cadeia de reciclagem. “O material a ser reciclado passa por várias etapas e testes experimentais, sendo que no final do processo dá origem à resina de PET limpa e própria para a confecção de embalagens que entram em contato com alimentos”, explica Dantas.

Polímero - O PET é o material utilizado, principalmente, na fabricação de garrafas plásticas para bebidas não alcoólicas como refrigerantes e sucos, entre outros alimentos. De acordo com o site www.ambientebrasil.com.br, as garrafas PET demoram cerca de 100 anos para se decompor no meio ambiente. A Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) estima que, só em 2006, foram produzidas 378 mil toneladas de embalagens a base de PET, no Brasil.

Fonte: ABIPLAST - Associação Brasileira da Indústria do Plástico

Programa de Estágios ALCOA

A Alcoa tem ampliado os seus negócios globalmente. Para sustentar este crescimento, busca um time de trabalho formado por pessoas talentosas, motivadas, responsáveis e que queiram construir uma carreira sólida em uma das Empresas líderes mundiais na transformação e produção de alumínio.

A Alcoa procura também, e especialmente, cuidar do bem estar e desenvolvimento de sua equipe. Para isso, investe em programas de qualidade de vida e na formação profissional, por meio de diversos programas da Universidade Alcoa.

Atualmente conta com 97 mil funcionários nos 34 países em que está presente.

>> Inscreva seu currículo aqui!


Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio

domingo, 13 de julho de 2008

DESIGN & TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

A atividade do design industrial envolve uma ampla atividade humana e científica e uma série de especializações que sinergicamente atuam junto ao design. O envolvimento de outras áreas do conhecimento e a perspicácia do design industrial proporcionam o surgimento de novas tecnologias, materiais e conseqüentemente o desenvolvimento de novos produtos.

A tecnologia e seus processos, advindos da intervenção do design se apresenta, na sua viabilidade, em forma de produto. O design trabalha as relações projetuais da criação do novo produto ao mesmo tempo em que planeja o seu processo tecnológico e produtivo, bem como as relações de factibilidade, uso e custos. Partindo da premissa, onde tecnologia é o conhecimento organizado e sistematicamente aplicado à produção de bens e serviços e seus processos, o design industrial representa e participa, também sistematicamente, na transformação de idéias em processos organizacionais, produtivos e econômico, representados tecnologicamente na forma de novos produtos.

Os avanços tecnológicos das últimas décadas contemplaram novos produtos no que se diz respeito a novos materiais e processos, possibilitando a redução de componentes, e equipamentos, proporcionalmente aumentando sua confiabilidade e complexidade.